VOCÊ CONHECE A CAMPANHA "PÕE NO RÓTULO"?
Pôr no rótulo é cuidar do outro, é pensar no outro, é olhar pelo outro, é ser solidário.
Existe algo mais bonito do que a solidariedade? Não neh, e para prova que não estamos sós olha que time vem apoiando a campanha.
Que bom que vocês estão aqui com a gente lutando também por informações sobre alérgenos nos rótulos.
Um blog destinado a ajudar mamães amigas nessa nova etapa de papinhas, sucos, vitaminas, chás, dúvidas, etc. Pesquisei em várias fontes e reuni aqui algumas receitas, dicas e ajuda. Espero que gostem meninas!!!
02/06/2014
Postadora
VANESSA SEWAYBRUCKER

31/05/2014
Postadora
VANESSA SEWAYBRUCKER
Após um grupo de famílias criar a campanha #poenorotulo como forma de pressionar as autoridades para a importância de informações claras nas embalagens, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta (29) a promoção de consulta pública para definir alterações nos rótulos de alimentos que contém ingredientes capazes de provocar alergia.
Entre as chamadas substâncias alergênicas a serem listadas nas embalagens dos produtos estão: cereais com glúten, crustáceos, ovo, peixe e amendoim; o leite, a soja, castanhas em geral, nozes e os sulfitos (presentes no vinho). Alimentos que contenham traços ou derivados desses ingredientes devem mostrar o aviso em seus rótulos.
O diretor da Anvisa, Renato Porto, admite que a atual rotulagem de produtos muitas vezes não traz a informação clara de quais substâncias alergênicas estão contidas no alimento. Um dos exemplos citados por ele trata do casinato de sódio, proteína derivada do leite e que pode provocar efeito adverso severo em crianças com intolerância à lactose. “As pessoas precisam saber que o alimento tem algum produto que pode ter traço alergênico, e que as severidades para o efeito adverso podem ser graves”, explicou.
A consulta pública, segundo Porto, ficará disponível pelo prazo de 60 dias para que a sociedade possa contribuir para a escolha da melhor forma de informar ao consumidor a presença de ingredientes alergênicos em alimentos. Nos próximos dias, o texto será publicado no Diário Oficial da União para, então, ficar disponível para o público.

Dicionário APLV (Alergia a Proteína do Leite de Vaca)
Postadora
VANESSA SEWAYBRUCKER
Postaram essa semana esse pequeno dicionário do Blog Desafio de Mãe sobre a APLV. Quando descobrir a alergia da minha Filha Duda era muito confuso na época entender tudo e por isso resolvi postar aqui e ajudar outras mamães também.
Começando pela sigla APLV, que significa Alergia à Proteína ao Leite de Vaca, esclareço abaixo diversas palavras relacionadas a esta alergia:
LV: leite de Vaca
CV: carne de Vaca
LA: aleitamento com fórmulas infantis. Estas fórmulas podem ser introduzidas na alimentação de lactentes com a indicação expressa de um profissional de saúde em pequenas quantidades, mesmo quando o bebê ainda se alimenta de leite materno, recebendo o nome de complemento. Saiba como foi a introdução da fórmula infantil e a primeira reação alérgica da minha filha, aqui.
LD: livre demanda. Aleitamento materno sem horários definidos para a amamentação. Consulte o post completo sobre Livre Demanda, aqui.
IA: introdução alimentar em bebês que até então somente se alimentavam de leite materno. É durante a introdução alimentar de determinados alimentos que podem ser observadas as primeiras reações alérgicas.
Provocação: teste de introdução de alimentos com proteínas do leite de vaca na alimentação do indivíduo com APLV. Este teste também pode ser chamado de duplo-cego, quando médicos e responsáveis não sabem que o indivíduo possui em sua dieta os alimentos alergênicos.
LM: aleitamento materno.
Dieta de exclusão ou hipoalergênica: retirada dos alimentos com proteínas do leite de vaca da dieta. Fiz um post sobre a dieta hipoalergênica da mamãe durante o LM, para acessá-lo, clique aqui.
Traços: “contaminação” do produto que foi fabricado ou manipulado por máquinas e/ou utensílios onde foram fabricados ou manipulados produtos com proteína do leite de vaca ou derivados. Assim, os produtos com traços de leite acabam por conter quantidades mínimas desses ingredientes durante a fabricação ou manipulação. Também fiz um post com mais informações sobre os traços de leite, para acessar o post completo, clique aqui.
Alimentos limpos: alimentos que não possuem em sua composição proteínas do leite de vaca, incluindo a isenção de traços.
Manifestações mediadas ou não mediadas: são reações mediadas por IgE aquelas que ocorrem de minutos a duas horas após a ingestão do alimento alergênico. Manifestações não IgE-mediadas, ocorrem 48 horas ou até uma semana após o contato. Para mais informações sobre as reações após a introdução do alimento alergênico, clique aqui.
Ingredientes que podem conter leite de vaca: aroma de queijo, sabor caramelo, caseína, sabor creme da bavária, caseinato, sabor creme de coco, lactoalbumina, sabor de açúcar queimado, lactoglobulina, sabor de manteiga, lactose, sabor iogurte, lactulose, sabor leite condensado, proteínas do soro, sabor queijo, soro de leite, whey protein, sabor artificial de manteiga e soro de manteiga.
Lactose: açúcar presente no leite e seus derivados.
IL: intolerância a lactose. Também fiz um post sobre a diferença entre intolerância a lactose e alergia à proteína do leite de vaca, para acessá-lo, clique aqui.
RAST: exame de sangue para o diagnóstico da alergia alimentar. Este exame pesquisa a presença de anticorpos IgE (responsáveis pela alergia) para o alimento suspeito de desencadear alergia alimentar. Através deste exame, é diagnosticada alergia aos principais alimentos que causam reações alérgicas: leite de vaca, ovo, trigo, soja, amendoim, castanha e nozes, peixes e frutos do mar. Acesse o post sobre o aumento dos casos de alergia alimentar, aqui.
Muco: uma das reações causadas pela alergia à proteína do leite de vaca é o aumento do catarro (o leite de vaca aumenta o muco), presentes nas crianças que parecem sempre estar doentes. Outras reações causadas pela APLV são quadros de diarreia, peso menor do esperado, prisão de ventre, irritabilidade, refluxo, vômitos, vermelhidão na pela, chiado, entre outros. Leia o relato completo da descoberta da APLV da minha filha, aqui.
Diário alimentar: relatório diário com informações sobre a alimentação ingerida pela pelo indivíduo com alergia à proteína do leite de vaca.
E Atenção! Somente um profissional de saúde está capacitado para diagnosticar a APLV. Juntamente com ele, o nutricionista poderá prescrever a dieta correta para que o seu bebê não tenha problemas de desenvolvimento e crescimento por falta de nutrientes.
Se você se lembrar de algum outro termo, ou tenha dúvidas em relação a um termo provavelmente relacionado à APLV, comente, que responderei e/ou completarei o nosso Dicionário APLV imediatamente.
Abraços,
Fonte: http://www.desafiomamae.com.br/dicionario-aplv;-/
Começando pela sigla APLV, que significa Alergia à Proteína ao Leite de Vaca, esclareço abaixo diversas palavras relacionadas a esta alergia:
LV: leite de Vaca
CV: carne de Vaca
LA: aleitamento com fórmulas infantis. Estas fórmulas podem ser introduzidas na alimentação de lactentes com a indicação expressa de um profissional de saúde em pequenas quantidades, mesmo quando o bebê ainda se alimenta de leite materno, recebendo o nome de complemento. Saiba como foi a introdução da fórmula infantil e a primeira reação alérgica da minha filha, aqui.
LD: livre demanda. Aleitamento materno sem horários definidos para a amamentação. Consulte o post completo sobre Livre Demanda, aqui.
IA: introdução alimentar em bebês que até então somente se alimentavam de leite materno. É durante a introdução alimentar de determinados alimentos que podem ser observadas as primeiras reações alérgicas.
Provocação: teste de introdução de alimentos com proteínas do leite de vaca na alimentação do indivíduo com APLV. Este teste também pode ser chamado de duplo-cego, quando médicos e responsáveis não sabem que o indivíduo possui em sua dieta os alimentos alergênicos.
LM: aleitamento materno.
Dieta de exclusão ou hipoalergênica: retirada dos alimentos com proteínas do leite de vaca da dieta. Fiz um post sobre a dieta hipoalergênica da mamãe durante o LM, para acessá-lo, clique aqui.
Traços: “contaminação” do produto que foi fabricado ou manipulado por máquinas e/ou utensílios onde foram fabricados ou manipulados produtos com proteína do leite de vaca ou derivados. Assim, os produtos com traços de leite acabam por conter quantidades mínimas desses ingredientes durante a fabricação ou manipulação. Também fiz um post com mais informações sobre os traços de leite, para acessar o post completo, clique aqui.
Alimentos limpos: alimentos que não possuem em sua composição proteínas do leite de vaca, incluindo a isenção de traços.
Manifestações mediadas ou não mediadas: são reações mediadas por IgE aquelas que ocorrem de minutos a duas horas após a ingestão do alimento alergênico. Manifestações não IgE-mediadas, ocorrem 48 horas ou até uma semana após o contato. Para mais informações sobre as reações após a introdução do alimento alergênico, clique aqui.
Ingredientes que podem conter leite de vaca: aroma de queijo, sabor caramelo, caseína, sabor creme da bavária, caseinato, sabor creme de coco, lactoalbumina, sabor de açúcar queimado, lactoglobulina, sabor de manteiga, lactose, sabor iogurte, lactulose, sabor leite condensado, proteínas do soro, sabor queijo, soro de leite, whey protein, sabor artificial de manteiga e soro de manteiga.
Lactose: açúcar presente no leite e seus derivados.
IL: intolerância a lactose. Também fiz um post sobre a diferença entre intolerância a lactose e alergia à proteína do leite de vaca, para acessá-lo, clique aqui.
RAST: exame de sangue para o diagnóstico da alergia alimentar. Este exame pesquisa a presença de anticorpos IgE (responsáveis pela alergia) para o alimento suspeito de desencadear alergia alimentar. Através deste exame, é diagnosticada alergia aos principais alimentos que causam reações alérgicas: leite de vaca, ovo, trigo, soja, amendoim, castanha e nozes, peixes e frutos do mar. Acesse o post sobre o aumento dos casos de alergia alimentar, aqui.
Muco: uma das reações causadas pela alergia à proteína do leite de vaca é o aumento do catarro (o leite de vaca aumenta o muco), presentes nas crianças que parecem sempre estar doentes. Outras reações causadas pela APLV são quadros de diarreia, peso menor do esperado, prisão de ventre, irritabilidade, refluxo, vômitos, vermelhidão na pela, chiado, entre outros. Leia o relato completo da descoberta da APLV da minha filha, aqui.
Diário alimentar: relatório diário com informações sobre a alimentação ingerida pela pelo indivíduo com alergia à proteína do leite de vaca.
E Atenção! Somente um profissional de saúde está capacitado para diagnosticar a APLV. Juntamente com ele, o nutricionista poderá prescrever a dieta correta para que o seu bebê não tenha problemas de desenvolvimento e crescimento por falta de nutrientes.
Se você se lembrar de algum outro termo, ou tenha dúvidas em relação a um termo provavelmente relacionado à APLV, comente, que responderei e/ou completarei o nosso Dicionário APLV imediatamente.
Abraços,
Fonte: http://www.desafiomamae.com.br/dicionario-aplv;-/

26/04/2014
#Poenorotulo
Postadora
VANESSA SEWAYBRUCKER
Olá hoje o assunto é a campanha que faço parte para ajudar não só a Duda como outras crinaças tbem.
A campanha que se chama #poenorotulo e que tem, como
objetivo, a rotulagem de alérgenos. Gostaríamos
de contar com seu apoio na divulgação dessa causa que pode beneficiar milhares de pessoas, não só alérgicas, mas
também os diabéticos,
hipertensos, portadores de doenças renais, intolerantes e todos os que se preocupam com a saúde
e com o que estão ingerindo.
Hoje,
no Brasil, apesar de haver uma lei sobre rotulagem do glúten, importante informação para os celíacos, não há nada que
obrigue a informação sobre alérgenos nas embalagens como já existe em outros
países como Estados Unidos, Canadá,
Inglaterra, entre outros. E sem uma obrigatoriedade, a indústria também não
dá a importância devida ao assunto e os rótulos não são sempre confiáveis.
No
Brasil, cerca de 8% das crianças e 3% dos adultos possuem alergia alimentar e vivem
reféns de rótulos com pouca ou nenhuma informação. O dia-a-dia dos
alérgicos é bastante complicado e com inúmeras restrições. Uma ida ao mercado
pode levar horas, pois é necessário verificar as embalagens uma a uma,
decifrando as minúsculas letras, interpretando termos complexos e identificando
possíveis alérgenos. E, como nem sempre as informações são claras e confiáveis,
ainda é necessário buscar informações junto
aos fabricantes através dos serviços de atendimento ao consumidor.
Os
principais alérgenos são: leite, soja, ovo,
cereais que contém glúten, peixe, crustáceos, amendoim e oleaginosas. Mas há outros... A
insistência na importância da rotulagem desses itens principais existe porque
nas indústrias há uma prática comum de compartilhamento de maquinário para
produção de vários produtos. Isso significa que existe a possibilidade de
contaminação dos alimentos com ingredientes que não constam dos rótulos, os
chamados “traços”. A
alimentação de um alérgico é extremamente controlada e não pode haver ingestão
ou até mesmo contato com o ingrediente alergênico devendo ser livres inclusive
de traços.
A não informação correta e precisa coloca o alérgico alimentar em risco de morte dependendo
do seu grau de sensibilidade. As consequências podem variar de simples coceiras e espirros até
anafilaxia, insuficiência respiratória/cardíaca, entre outras reações
graves. Além disso, textos em letras
minúsculas e termos técnicos levam à dúvida, ao erro e a um leque reduzido de
opções para essas pessoas.
Por tudo isso, pedimos seu apoio na divulgação da campanha #poenorotulo, que será de grande importância para que se alcance um número muito maior de pessoas, e assim, conscientizar a sociedade dessa necessidade e conseguir mudar essa situação seja através de projeto de lei, resolução da Anvisa ou iniciativa das empresas.
Por tudo isso, pedimos seu apoio na divulgação da campanha #poenorotulo, que será de grande importância para que se alcance um número muito maior de pessoas, e assim, conscientizar a sociedade dessa necessidade e conseguir mudar essa situação seja através de projeto de lei, resolução da Anvisa ou iniciativa das empresas.
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